Mesmo com a garantia da Apple, é comum ver pessoas com absoluto receio de deixar o seu iPhone mimimamente submerso. Independentemente de exposição a essa situação em períodos muito curtos e em profundidade bem menor que os seis metros que aponta a fabricante norte-americana.
Porém, uma situação ocorrida na cidade de Igaratá, interior do estado de São Paulo, tem potencial para mostrar que a resistência do aparelho, certamente, não pode ser menosprezada. Ainda mais se ele estiver protegido por algum case de proteção.
Em vídeo que viralizou nas redes sociais, o detectorista subaquático Jair fazia normalmente seu trabalho quando um objeto de formato quadrado chamou sua atenção. Com o auxílio de uma lanterna, ele conseguiu enxergar melhor e perceber que se tratava de um smartphone que estava, aproximadamente, a 17 metros de profundidade.

No conteúdo, além de indicar o local do “resgate” do iPhone, ele brinca com a possibilidade do aparelho seguir funcionando apesar da condição totalmente adversa. Além da profundidade, o celular estava coberto por uma capa de proteção onde mariscos já se formavam na estrutura. Ou seja, indicando que o aparelho ali estava por um bom tempo.
Para a surpresa de Jair, quando o retirou da capa, havia apenas uma avaria na película da tela, aparentemente superficial. Algo que, naturalmente, aumentava a esperança de que o aparelho tivesse resistido a situação adversa. Com isso, fazendo uso do carregador por indução, ele fez o teste final e o iPhone, quase que “milagrosamente”, apresentou sinal de funcionamento.
Após um breve período de carga da bateria, Jair conseguiu ver que havia a foto de uma pessoa na foto do plano de fundo. Desse modo, o detectorista subaquático pediu ajuda de seu público nas redes sociais para encontrar o dono do aparelho. Algo que, felizmente, aconteceu.
