No início do ano, a Adobe resolveu trazer uma diferente abordagem em relação a seu software de edição, o Premiere. Pra começar, a nomenclatura oficial do programa não conta mais com algo formal e excludente (Premiere Pro), já que a nova versão do software se chama Premiere 26.
Em relação as funções, a principal delas, certamente, se refere a capacidade de definição da máscara de objeto. Recurso esse que, dentro do processo de evolução que a atividade de edição atingiu, se torna essencial para agilizar atividades que antes levariam muito mais tempo para se concluir.
O motor de funcionamento usado pelo Premiere 26 faz com que a seleção de um objeto específico na imagem seja mais precisa e dinâmica. Ou seja, basicamente, qualquer área sob foco da câmera é passível de remoção sem prejuízo do restante do conteúdo.
Não é mais Premiere Pro, mas…
Além da função referente a máscara de conteúdo, a mais recente atualização do Premiere chega plenamente adaptada a sua realidade. Isso fica explícito pelo fato do programa ter suporte natural para o R3D NE, formato de arquivo RAW lançado pela Nikon no meio de 2025.

Com esse movimento, outro ponto que acaba sendo naturalmente coberto se trata, também, da mudança de nome feita pela companhia.
Apesar do programa deixar o elemento “Pro” para se tornar apenas “Premiere 26”, o trabalho em arquivo R3D NE é fundamentalmente voltado para produções de qualidade cinematográfica para câmeras da linha Nikon ZR. Ou seja, é a companhia demonstrando que o nome não está mais presente, mas que os profissionais da área seguem sendo consumidores prestigiados.
Por fim, no caráter de usabilidade, usuários de paineis de projetos como Frame.io e Adobe Stock terão dinamismo no gerenciamento de atividades. Isso porque as duas interfaces são amigáveis para com o Premiere 26, permitindo transporte direto de projetos entre os ambientes.
