Conheça a opinião popular sobre o comportamento do fotógrafo

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Tempo de leitura: 2 minutos

Você já sofreu com a dúvida sobre seu comportamento enquanto fotografa alguém, como deve interagir com aquela pessoa durante a sessão para fazê-la se sentir mais confortável?

Questionamos um montante de 110 pessoas da seguinte maneira: “Se você estivesse sendo fotografado agora, gostaria que o fotógrafo fosse uma pessoa extrovertida, carismática (funny speaker) ou sofisticadamente calma (softly calm)?”,  então, obtemos o seguinte resultado:

Inclui todos os países pesquisados.

Temos, consequentemente e sem delongas, o índice de participação por localização e idade:

Gráfico na escala global, ou seja, envolvendo todas as 110 opiniões.
Gráfico na escala nacional, ou seja, envolve apenas 54 opiniões, tais vindas apenas do Brasil.
Gráfico na escala global.

É uma questão ampla e importante no final de tudo. E a análise de tal pode fazer com que fotógrafos melhorem mais e mais suas performances e, também, satisfações pessoais. Mas, claro, os que consideram este artigo devem manter o equilíbrio entre o comodismo ante os fregueses e o estilo próprio, afinal, fotógrafo é artista.

Confira algumas opiniões:

“Uma mistura dos dois seria legal, mas entre as duas opções prefiro alguém que me faça rir e sentir menos tenso” — Wesley Mackay, 16, Reino Unido.

“Ser fotografado já é intimidador, aí com uma pessoa durona é pior ainda. Com alguém extrovertido fica mais fácil e confortável” — Bruno Azevedo, 17, Rio Grande do Norte, Brasil.

“Preferiria um sofisticadamente calmo por parecer mais profissional” — Anônimo, Arizona, EUA.

“Extrovertido […] Gostaria que alguém me fizesse sentir à vontade, descontraído…” — Giancarlo, 27, São Paulo, Brasil.

“Provavelmente um carismático. Presenciei ambos tipos quando modelei e é menos estressante quando há uma leve atmosfera. Se você diz extrovertido como tendo um bom senso de humor, é isso, mas, se você diz um extrovertido o qual não consigo entendê-lo, então prefiro um sofisticadamente calmo” — Anônimo, 21, EUA.

AUTOCRÍTICA

Particularmente — e como leigo na Psicologia —, digo que essas escolhas refletem muito na confiança do indivíduo com seu próprio corpo, com sua própria aparência, e como hoje há muita obsessão pelo corpo perfeito e midiático, temos como resultado a maioria selecionando um comportamento distrativo.

Tomo como exemplo eu, ultimamente tenho tido muita confiança em mim mesmo, e escolheria o fotógrafo sofisticadamente calmo, porque não precisaria da diversão vinda dele para me distrair das minhas imperfeições. Muitos que conheço escolheram o fotógrafo extrovertido, carismático e, por consequência de os conhecer bem, posso afirmar que são inseguros quanto a seus próprios corpos.

Mas, óbvio, isso funciona com muita relatividade.

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