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Amazônia já foi lar de animais incríveis com… 12 metros de comprimento!

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Quando falamos em animais incríveis, muitas pessoas já começam a pensar em suas espécies favoritas tanto do presente como do passado. E, se isso for dito para um fotógrafo que aprecia clicar o mundo selvagem, o papo certamente vai se tornar ainda mais interessante e rico em informações.

Agora, imagine você que, se as atuais tecnologias existissem há pelo menos 8,5 milhões de anos atrás, uma viagem a Amazônia para usar aquela lente nova que você tem vontade de testar poderia clicar uma espécie com… 12 METROS APENAS DE COMPRIMENTO!

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Foto: Laboratório de Paleontologia de Ribeirão Preto/Divulgação

É possível fazer essa afirmação sobre o jacaré da espécie Purussaurus graças a um estudo que foi nessa semana divulgado pelo Laboratório de Paleontologia da USP de Ribeirão Preto, cidade no interior do estado de São Paulo que fica a pouco mais de 300 Km da capital paulista.

Com o material que foi coletado entre os anos de 2013 a 2016 em duas cidades do interior do Acre (Senador Guiomard e Manuel Urbano), pertencentes a faixa da antiga Amazônia, se descobriram muitas outras espécies de dimensão totalmente fora dos padrões atuais.

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Foto: Tito Aureliano/Divulgação

Imagine só que as tartarugas desse habitat poderiam chegar a ter três metros de comprimento! E as capivaras, então, que tinham tamanho comparável ao de um búfalo? Certamente a sua migração para o ambiente urbano como vemos em algumas capitais brasileiras não seria algo tão, digamos, “sutil”.

As pesquisas da equipe de Paleontologia responsável por essas revelações entende que animais com hábitos mais terrestres, como preguiças e tatus, também eram animais incríveis em tamanho no local denominado como Lago Pebas. Porém, há maior dificuldade de encontrar esse tipo de fóssil no solo seco, algo que deixa mais complicada a missão de obter elementos comprobatórios de suas teses.

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Foto: Laboratório de Paleontologia de Ribeirão Preto/Divulgação

“Havia primatas, havia outros bichos, mas é difícil achar. Por exemplo: aves, a gente tem três ou quatro fósseis. A gente não pode dizer que não tinha, que todos viviam em meio aquático. A gente tinha animais com hábitos terrestres, mas esses fósseis são mais difíceis de achar por causa da sedimentação”, afirmou Bissaro Júnior, doutor em Paleontologia.

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O Autor

Alberto Barbosa

Alberto Barbosa

Formado em jornalismo no ano de 2012 pelo Centro Universitário FIAM, atuou em diversos segmentos da comunicação como editoras e sites de conteúdo esportivo. Foi editor e repórter do Universo dos Sports e hoje é, além de freelancer, Editor-Chefe do Futebol Latino e também do blog eMania.