Dicas MATADORAS para fazer uma boa fotografia de paisagem

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Se você acredita que a fotografia de paisagem consiste, unicamente, em apontar o seu equipamento para um ambiente atrativo, está certamente desconsiderando uma série de elementos importantes. Elementos esses que são capazes de transformar os seus cliques em conteúdo de caráter amador para retratos de característica legitimamente profissional.

E, pensando nisso, o músico e matemático Alex Cooke produziu conteúdo especial falando sobre algumas dicas importantes onde a prioridade é fazer com que você enxergue o imenso potencial existente na fotografia de paisagem. São ajustes que parecem inicialmente simples, mas que tem relevância crítica no momento de estabelecer o grau de qualidade das suas imagens.

Uso do filtro polarizador

Filtro polarizador.

Alguns dos recursos mais valiosos quando falamos na aplicação do filtro polarizador em fotografia de paisagem é o aumento da saturação (especialmente em imagens de folhas e amplas florestas) e também o grau de transparência e retirada do contraste de panoramas como, por exemplo, remover a transparência da água e a capacidade de enxergar reflexos na superfície aquática.

Porém, igualmente importante é entender que existem alguns retratos onde a luminosidade e o caráter de contraste são justamente o elemento mais potente na composição do retrato. Para exemplificar isso, Alex usou imagem feita na Patagonia onde a existência do contraste é justamente o ponto alto da obra, algo que seria diretamente afetado com o uso do filtro polarizador.

Nitidez de panorama não deve ser absoluta prioridade

fotografia de paisagem profissional

É evidente que ter como um dos objetivos deixar os elementos que compõem uma fotografia de paisagem extremamente nítidos traz um grau de qualidade importante a sua obra. Todavia, é plenamente possível compôr uma imagem dessa natureza sem utilizar o grau máximo de nitidez e, ainda assim, alcançar um resultado digno de admiração.

Em determinadas oportunidades que você faça uma fotografia de paisagem, elementos mais próximos ou mais distantes podem indicar um cenário onde não existe a necessidade de estabelecer nitidez absoluta em todos os pontos. Na verdade, a ideia artisticamente mais interessante, nestes casos, é justamente o contrário.

Loga exposição e os devidos cuidados

Utilizar a técnica de longa exposição traz o famoso efeito luminoso quando olhamos, por exemplo, uma fotografia de paisagem feita de grandes metrópoles, rodovias e outros ambientes com alto fluxo de veículos.

Mas, ao mesmo tempo que o uso desse estilo fotográfico pode se mostrar um grande acerto em ambiente com característica mais ligada ao urbano, quando falamos da natureza em locais como rios, lagos e cachoeiras, por exemplo, um erro na velocidade de abertura pode transformar o efeito de “borrão” em algo mais parecido com uma nuvem do que com água. Portanto, fique atento e não deixe de fazer os mais diferentes experimentos até encontrar o ponto ideal para cada situação.

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