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Veja, em números, como está o mercado da fotografia no Brasil

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Trabalhar com algo que se ama, se sente que tem o dom ou mesmo que as circunstâncias da vida acabaram conduzindo de uma maneira natural é algo que, fatalmente, envolve tomar nota também do conhecimento de como esse mercado funciona. Quem são os grandes investidores? O quanto esse mercado está em crescimento? Quais são as mais novas tendências? Tudo isso acaba fazendo parte do interesse e até mesmo do cotidiano.

Seja em áreas artísticas (fotografia, cinema, a pintura), comerciais, industriais, esportivas, enfim, o panorama de cada um desses setores acaba mostrando não só o que se pode oferecer de novo ao mercado para “preencher lacunas” como também procurar se especializar cada vez mais em assuntos que atraem cada vez mais os olhares curiosos, situação que acontece fundamentalmente no mundo fotográfico.

Pensando nesse aspecto, hoje olharemos mais a fundo a respeito desse tema graças as informações que anualmente são apuradas pela revista paulistana especializada em fotografia, a FHOX, demonstrando uma gama extremamente interessante de dados e estatísticas que podem ser interpretadas de diversas formas. Formas essas que podem te ajudar na abertura do seu negócio, na escolha da sua área de estudos dentro do universo fotográfico ou mesmo se isso pode afetar no seu hobby de fazer seus cliques informais com sua câmera.

Confira na sequência alguns dados a respeito do cenário fotográfico no Brasil tomando como base o ano de 2016:

12 MILHÕES DE METROS QUADRADOS

Essa foi a quantidade aproximada de um item que muitos consideram em extinção, mas que ainda possui sua relevância dentro da industria da fotografia: O papel fotográfico. Porém, o número é extremamente menor se comparado a esse mesmo dado no ano de 2010, que batia a casa dos 37 milhões de metros quadrados.

Quando comparamos esse mesmo período considerando mais especificamente a venda desse tipo de produto, o decréscimo também existe, no entanto de maneira bem menos acentuada. Enquanto há sete anos atrás eram vendidos mais de 15 milhões de metros quadrados de papel fotossensível, no ano de 2016 a estatística passou a marca dos 12,4 milhões de m².

SETE MIL PONTOS DE VENDA

Afetados diretamente pela questão de que as mídias digitais e formas de armazenamento online das imagens em alta definição se criam cada vez mais como a melhor e mais barata opção, os pontos de venda de itens como os produtos e processos de impressão das fotografias também “enxugaram”.

Em dado que antes ultrapassava até com relativa folga a casa dos 7 mil locais de venda desse tipo de material, atualmente os números mostram que a queda está na casa dos 12,5%.

QUEDA NAS INSTITUIÇÕES, AUMENTO DOS FORMANDOS

Seguindo linhas frontalmente opostas estão as instituições que possuem permissão para lecionar algum curso relacionado a área de fotografia e as pessoas que estão concluindo os cursos em questão.

Enquanto em comparação há dois anos anteriores foram contabilizadas quase 30 entidades a menos oferecendo esse tipo de conhecimento formativo, os concluintes passaram a casa do milhão há pelo menos dois anos e aqueles que aderiram o Ensino a Distância já totalizam mais de 200 mil pessoas.

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O Autor

Alberto Barbosa

Alberto Barbosa

Formado em jornalismo no ano de 2012 pelo Centro Universitário FIAM, atuou em diversos segmentos da comunicação como editoras e sites de conteúdo esportivo. Foi editor e repórter do Universo dos Sports e hoje é, além de freelancer, colaborador do Torcedores.com e também do blog eMania.

  • Monstro Medieval

    Tem que ressaltar que boa parte dessas dicas valem se o objetivo é fazer a foto o mais parecida possível com a realidade. Com intenções artísticas as regras são diferentes.