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CATÁLOGO DE GELATINAS DE EFEITO ROSCO SUPERGEL

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GUIA SUPERGEL

Cores que emocionam

Conheça as Gelatinas de Efeito Supergel.

SUPERGEL é de todas as gelatinas de cor existentes, a que mais resiste ao calor, pois foi desenvolvida para suportar as altas temperaturas dos

refletores e projetores de última geração, sendo fabricada com as mais  rígidas normas de segurança em vigor atualmente no mundo, para teatro,  estúdios, televisão, cinema e eventos. São realmente autoextinguíveis, por isso merecem as classificações M1 na França e Espanha, B1 nas normas Din 4102-01 da Alemanha e superam as novas e mais exigentes normas Inglesas.

O objetivo deste guia é ajudar profissionais e usuários, a explorar suacriatividade através do uso das cores e suas aplicações para assim,proporcionar efeitos surpreendentes e harmônicos em seus espetáculos com o uso dos filtros Rosco Supergel.

Esta linha de gelatinas possui 145 opções, sendo:
129 cores
16 difusores

Tamanhos Disponíveis:
Folhas: 50 x 61 centímetros
Rolos: 61 centímetros x 7,50 metros
Em todos os distribuidores Rosco do mundo, os produtos Supergel estão disponíveis. Peça hoje mesmo aos nossos distribuidores ou em um de nossos escritórios, mostruário e literatura técnica.

Fabricação de filtros de cor resistente a altas temperaturas. 

Um filtro de cor combina elementos de refração de luz e pigmentos orgânicos, que podem estar misturados a uma base transparente ou aplicados sobre a superfície.

A Rosco começou a produzir gelatinas (filtros de cor) em 1910, porém desde 1950 os filtros começaram a ser produzidos em plástico. Dentre esses, o policarbonato é o material mais resistente entre os polímeros existentes, por isso é utilizado na linha Supergel, sendo este seu maior diferencial.

Existem atualmente três métodos empregados para integrar pigmentos ao polímero, criando assim os filtros de cor descritos como: Pigmentação de Superfície; Pigmentação Profunda; Corpo Colorido.

Poliéster com Pigmentação de Superfície.

ROSCO SUPERGEL

O jeito mais fácil de se produzir uma gelatina é simplesmente tingir a superfície de uma base de filme plástico. Filme de poliéster (PET) é muito utilizado como base para coloração, porque seu custo é muito baixo e aceita pigmentos a base de solventes, sendo tingidos com pigmentos em um ou dois lados da sua superfície. Como o processo não utiliza calor para tingir o material, o pigmento
usado não precisa ser resistente ao calor.

Teste: Para identificar o método de fabricação do filtro, passe solvente (removedor de esmalte) sobre a película. Caso a tinta seja retirada, trata-se de um filme com pigmentação de superfície.

Poliéster com Pigmentação Profunda.

ROSCO SUPERGEL 

Também produzido em poliéster transparente,  neste processo o filme recebe banho de solvente aquecido e acrescido de pigmentos de cor. O solvente incha o filme, expandindo a estrutura do polímero e permitindo que as moléculas penetrem na superfície. O filme é então lavado e o polímero volta a sua forma original, prendendo as moléculas de pigmento abaixo da superfície. Ou seja, é necessária maior temperatura para que as partículas de cor consigam chegar à superfície, dificultando a perda de cor.

Policarbonato com o Corpo Colorido (Supergel).

ROSCO SUPERGEL

Neste filtro, o corante é inerente à base de policarbonato, alterando o processo de coloração, da qual irá iniciar com uma resina em pó e pigmento de cor, submetidos a intensa pressão e temperatura de até 315°C, formando a massa de resina derretida e pigmento de cor com textura parecida ao do mel.

Essa mistura é extrudada, através dos orifícios da película e origina o corpo colorido, que é o filme de 61cm de largura.A excelente qualidade desse filtro é resultado de sua incrível capacidade de resistir a altas temperaturas, combinada a exclusiva técnica de selar a cor entre as camadas. Para a cor desbotar por sublimação, as moléculas precisam migrar para fora da camada interior de massa colorida e também pelas camadas transparentes que selam o filme.O pigmento de qualquer filtro de cor pode, eventualmente, migrar da área que sofre maior calor, estando diretamente ligado ao método de tingimento do filtro. Desta maneira, um filtro de cor tingido apenas na superfície, desbotará mais rapidamente do que um filtro selado.

ROSCO SUPERGEL

 

Iluminação de Palco.

Em uma produção, a iluminação do palco é mais do que apenas iluminar os atores e o cenário -é uma arte -porque qualquer decisão que o light-designer fizer, deve contribuir para a emoção e sensação do público que assiste ao espetáculo. Decisões sobre as cores que vão ser utilizadas, provavelmente, são umas das mais importantes no teatro, shows e eventos, pois todas as referências visuais do público estão, mais ligadas às cores do que a qualquer outra variável, contribuindo para que se obtenha a reação esperada para cada palavra, som e ação realizada no palco. Além disso, a iluminação de um espetáculo tem inúmeras funções nas produções modernas, já que se pode iluminar ator e cenário ou apenas conciliá-los e até agregar informações como: Tempo, local e espaço. Hoje em dia, a iluminação do palco é totalmente controlada. É possível selecionar e mudar uma extensa gama de variáveis para tornar a tarefa cada vez mais bem sucedida. Entre essas variáveis estão o contraste, textura, intensidade, cores e movimento, que criam a atmosfera ideal para sensações e emoções.

Cor do Palco.

O homem, normalmente, percebe as sensações através das cores do ambiente, ou seja, é a variável mais significante quando tratamos de emoções. O principal objetivo deste guia é mostrar opções de aplicação dentro do processo criativo de um light-designer, já que a Rosco possui grande variedade de filtros de qualidade disponíveis e que podem ser aplicados de diferentes formas, para garantir o resultado esperado.Quando se seleciona uma cor dentro de uma vasta variedade de cores disponíveis, deve-se fazer o máximo para conseguir o melhor resultado, aliando a iluminação, a cena e a emoção atribuída a ela. Por isso, o trabalho do profissional de iluminação é tão fascinante.

Por que?

Iluminação colorida é o resultado de três critérios:

  • A cor predominante a ser utilizada no espetáculo (cor que iluminará o tema)
  • A variação das cores (filtro a ser utilizado) e variação da luz (refletores)
  • A cena a ser iluminada

Todas as cores percorrem um longo caminho até serem percebidas pelo cérebro e isso, pode influenciar no jeito em que o público as enxerga. Por isso a escolha da cor predominante que iluminará o espetáculo é, habitualmente, estudada e selecionada pelo diretor. Já a variação de cores e a cena a ser iluminada é responsabilidade do light-designer, com o objetivo de promover a correta reação do espectador, adequando a luz à cena em questão.Para o controle de intensidade, textura e cor a ser colocada em cena é, importante saber escolher os equipamentos. Fontes de luz com lâmpada de tungstênio-halogênio de alta intensidade (650w até 2000w) costumam apresentar cores mais frias e com maior qualidade que as de baixa intensidade (200w a 500w), realçando e possibilitando melhor resultado no uso dos filtros de cor.Um filtro de cor colocado na frente de uma fonte de luz é a melhor maneira de alterar a cor da luz. Normalmente, na iluminação de palcos modernos, a luz é colorida com um filtro de cor autoextinguível, em caso de incêndio. A linha Rosco Supergel oferece mais de 140 cores, bem como filtros difusores e outros materiais que podem ser utilizados para modificar ou adaptar a qualidade da luz gerada pelos refletores.

Como?

O correto e melhor para a produção de um espetáculo, é escolher as cores no desenvolvimento do projeto. Quando estiver lendo a peça, anote na margem a cor idealizada para a cena, se atentando ao tema, fala do ator, música e ação do momento, por exemplo, um pôr do sol. Adotar esse
procedimento pode ser muito útil e facilitar o trabalho da produção.Mesmo que as cores previamente selecionadas não sejam utilizadas, elas ajudam o light-designer a fazer um índice da peça com palavras -chaves, como angústia ou assassinato, da qual expressam as emoções
sentidas ao ler uma peça.

Colorindo as Luzes do Palco

As cores das luzes que iluminam o palco podem ser organizadas em várias famílias. Com tanta variedade de cores disponíveis, categorizá-las é necessário para auxiliar o designer a fazer as escolhas certas o mais rápido possível durante uma produção.Os filtros funcionam de forma subtrativa, isso significa que eles retiram as cores da luz que estão associadas à cor do filtro. Por exemplo, um filtro vermelho remove o azul e o verde do espectro e deixa passar somente o vermelho. As luzes azul e verde são absorvidas pelo filtro em forma de calor e parte dessa luz também pode ser refletida.

Famílias

As categorias são muito utilizadas para analisar as diferentes opções de cores, porém a arte desenvolvida pelo light-designer deve sempre se basear em percepções e sensações pessoais e não simplesmente se ater a regras que limitam o profissional, que bloqueiam a ousadia e criação no ato de inovar.

Luz Branca

É um estágio inicial -teste – sem filtros coloridos. A cor dessa luz pode variar de acordo com o tipo e a intensidade (watts) da lâmpada que ilumina o palco e também, depende das configurações do dimmer, que quanto mais baixo, mais a cor se aproxima do âmbar.

Saturadas

São cores saturadas os azuis, vermelhos e verdes. Quanto maior a proximidade com as cores primárias, mais saturada é a cor.Como as cores são, teoricamente, puras, muita luz é filtrada e por isso é necessária mais luz para conseguir uma iluminação satisfatória. Por serem muito fortes, as cores saturadas devem ser tratadas com cuidado para iluminar o palco, pois modificam drasticamente a cor dos atores e cenário,
podendo causar efeitos indesejáveis e fadiga aos olhos do público.

Pastéis

Possuem baixa concentração de elementos capazes de filtrar e por isso, proporcionam cores muito próximas a luz branca. Permitem alta transmissão de luz e por isso são muito eficientes para a iluminação de palcos.Outra aplicação que obtém ótimo resultado é, para iluminar o rosto dos atores ou destacar cores no figurino e cenário.

Filtros Corretivos

A popularidade desses filtros está aumentando, especialmente na dramaturgia realista. Essa família inclui desde filtros de correção de cores (azul e âmbar) desenvolvidos para o cinema e para a televisão, até os chocolates e cinzas .

Intensidade

A cor no teatro, como já vimos é o resultado da fonte, filtro e tema. Quanto mais forte for a cor usada, mais a platéia percebe a cor e iluminação, principalmente, porque objetos de cor neutra colocados no palco, após serem iluminados com cores fortes, adquirem tonalidades vivas e brilhantes. O verde, em especial, requer atenção, não somente por não ser uma cor complementar a cor da pele humana, mas também porque os olhos são mais sensíveis a essa cor do espectro.

Posicionando a Cor

No processo da visão, o cérebro se baseia em diversas referências de imagem, então pode-se usar essas convenções e conhecimentos de luz armazenadas, para criar a geografia, tempo e emoção da peça. Por exemplo, quando se tem uma paisagem com atmosfera de tons azuis, significa que está longe do observador, porque a luz azul se foca à frente do olho, então os objetos parecem estar mais distantes. Por isso, se utiliza a luz azul na parte detrás do palco, aumentando a perspectiva da cena.Outro caso é, um contraluz com cor fria direcionado a um ator em frente a um ciclorama iluminado com tons vermelhos e âmbares, consegue inseri-lo dentro da paisagem, aumentando o efeito de dimensão e perspectiva. As cores parecem ter “pesos” diferentes em um ciclorama ou em um plano vertical de um cenário. Por exemplo, os verdes e azuis ficam mais “pesados” do que os vermelhos e âmbares. Quanto mais saturada for a cor, mais “peso” ela terá em relação às cores pastéis.

A Gama de Cores de Iluminação

As cores para iluminação, não podem estar restringidas ao mostruário Rosco Supergel ou a este guia. Misturando os filtros, tanto adicionando quanto subtraindo, pode-se alcançar combinações de cores ilimitadas.

Mistura Aditiva

Duas ou mais luzes com diferentes gelatinas são misturadas, alterando as configurações do dimmer. Um exemplo é, três refletores com filtros vermelho, azul e verde, quando os feixes de luz se misturam tem-se luz branca.

Mistura Subtrativa

Duas ou mais folhas de gelatina, são colocadas em um refletor e as cores são subtraídas do branco para proporcionar cores misturadas. Por exemplo, luzes âmbar e lavanda resultam na cor de aço aquecido.

Mistura Múltipla

Duas ou mais gelatinas são colocadas no mesmo refletor, de modo que cada uma ocupe apenas parte da lente. Desse modo, com apenas uma luz você pode fazer uma mistura aditiva e também pode projetar uma imagem com duas cores ao usar gobos.

Supergel

Rosas

A escala de cores no tom rosa é muita usada no palco, pois favorece os tons quentes da pele e suaviza a luz do dia. Já os tons pastéis são bons para iluminar as principais áreas do palco, especialmente quando se utiliza luz cruzada ou luz de frente. Os tons saturados de rosa, quando adicionados a um ciclorama iluminado com azul, resultam em um belíssimo efeito de pôr-do-sol. Também podem ser usados em musicais e comédias, sem que haja necessidade de iluminar naturalmente o rosto dos atores.

Exemplos: Tons Saturados: #43 -Deep Pink e #339 Broadway Pink.

Tons Pastéis: #30 -Light Salmon Pink e #38 -Light Rose.

Âmbares

Usados para iluminar a área principal do palco e também para efeitos de luz do sol e de ambientes internos. Os âmbares saturados, ainda são usados para a composição da luz geral, mas deve-se tomar cuidado para não contrastá-los com cores frias como os azuis. Os tons pastéis são ideais para tons de pele e por causa da alta capacidade de transmissão de luz,também pode ser usado em refletores de baixa intensidade.
Exemplos: Tons Saturados:#20 -Medium Amber e #21-Golden Amber.
Tons Pastéis: #23 -Orange e #317 -Apricot.

Vermelhos

São usados com frequência em produções teatrais, mas raramente se obtém sucesso na utilização dessas cores. Todos os vermelhos são saturados e criam efeitos extremos quando projetados no palco.Podem ser usados para efeito de fogo ou em musicais, porém para a iluminação de peças teatrais, a cor deve ser atenuada com outra luz mais suave, assim o público poderá visualizar a cena de maneira mais equilibrada.Vale lembrar que, vermelho-escuros não funcionam bem com tons de pele e alguns materiais e tecidos utilizados na confecção de figurino.

Exemplos: Tons Saturados: #19 -Fire e #27- Medium Red.

Verdes

Usado cuidadosamente, pode fazer uma geral antes de sobrepor luzes pastéis, âmbares e brancas. Não são favoráveis aos tons de pele, mas se utilizados com cautela (talvez com âmbar no mesmo refletor), são ideais para luz externa e cenas de mar. Também não são apropriados para
iluminar cicloramas.

Exemplos: Tons Saturados: #89 -Moss Green e #94- Kelly Green.

Tons Pastéis: #86 -Pea Green e #96 -Lime.

Lavandas

São muito utilizadas, porque ficam entre as cores quentes e frias, sendo complementar tanto para âmbares e rosas quanto para os azuis e verde-claro. Os tons pastéis são quase brancos e muito utilizados para destacar os atores no palco. Luz lateral com tons lavanda podem ser excelentes para modelar uma luz frontal feita com luz branca.

Exemplos: Tons Saturados: #48 -Rose Purple e #57- Lavender

Tons Pastéis: #55 -Lilac e #52 -Light Lavender.

Azuis

Possibilitam grande variedade de efeitos de cor, desde a luz do dia em uma manhã de inverno até a luz da lua. Os azuis saturados são ótimos para luz de fundo e cicloramas, enquanto os pastéis dão à luz um aspecto high-tech. Luz de fundo e lateral em níveis baixos podem esculpir a forma do corpo e rosto humano. Já a luz geral de frente com luz branca ou lavanda revela realismo à cena. Azul absorve muita luz, por isso refletores com alta intensidade devem ser usados com uma lâmpada Par ou Fresnel de 1Kw.

Exemplos: Tons Saturados: #70 -Nile Blue e #82- Surprise Blue.

Tons Pastéis: #63 -Pale Blue e #65 -Daylight Blue.

Controlando a Cor

O processo de selecionar a cor, deve ser feito durante o desenvolvimento do esquema de iluminação da produção. Toda decisão referente à iluminação deve ser tomada levando em consideração a cor do espetáculo. Se o show deve ser hiper-realista, então não se deve utilizar cores saturadas e se o equipamento de luz for de baixa intensidade, deve-se evitar o uso de âmbares, pois o resultado pode ser desagradável.

Para saber mais é só fazer o download do guia Rosco Supergel no link abaixo:

Catálogo ROSCO SUPERGEL de Gelatinas de Efeito

Faça Download do Catálogo Rosco Supergel !

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Fernando Rozzo

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O Autor

Fernando Rozzo

Fernando Rozzo

Fernando Rozzo trabalha no mercado de vídeo e cinema há 32 anos. Começou sua carreira nos anos 80, fazendo parte de uma das mais importantes produtoras de vídeo de São Paulo, a Olhar Eletrônico, onde trabalhou ao lado de Fernando Meirelles e Marcelo Tas, atuando como câmera, ass.de câmera e programador musical dos programas Olho Mágico (Ernesto Varela) e Cri-Há (Bobmackjack). Em 1987 na TV Gazeta-SP, dirigiu e produziu os programas DJTV, Edição Especial, Clip Trip e Night Clip. Na área de cinema publicitário atuou nas principais produtoras tais como: Chroma Filmes, 5.6, TVC, Vídeo Filmes, O2 Filmes entre outras.
Hoje atua no mercado de cinematografia digital como professor e consultor técnico. Na área pedagógica ministra a mais de 10 anos cursos e treinamentos para emissoras de TV, locadoras de equipamentos, produtoras de vídeo, museus, escolas e faculdades. Entre elas: MASP (Museu de Arte de SP), Mackenzie, Metodista, Fazendo Vídeo Cursos, TVE-Salvador, KN Vídeo-RJ, Studio Motion Treinamentos, Full Digital, JKL, Rentalcam, Bureau Cine e Vídeo.
Entre 2014 e 2015, prestou serviços de consultoria técnica para Sony Latin America para a divulgação no Brasil da linha de câmeras fotográficas "A7 / A7r / A7s / A99 e A77" e para linha de câmeras de ação "ActionCam".
Atualmente juntamente com a artista multimídia Regina de Barros é proprietário da produtora “Ottica AudioVisual”, especializada em documentação e produção de conteúdo no segmento das artes, é a editora da revista multimídia digital mensal:
“Ottica Art Magazine! ”