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O DNA DOS ESTABILIZADORES DE IMAGEM – GIMBAL

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Olá para todos, depois  de uma longa pausa por questões profissionais, eu estou aqui de volta e muito feliz publicando posts com muitas informações do audiovisual, tanto na fotografia como na cinematografia. E dando início a este retorno, eu vou começar apresentando para vocês uma série de posts sobre estabilização de imagens. Neste primeiro post da série, eu vou explicar um pouco da origem dos estabilizadores de imagem. Vamos começar pelo “gimbal” que muita gente se refere somente como um estabilizador de imagem que pode ser usado com uma câmera ou smartphone, mas ele mais que isto e está presente em vários setores a muito tempo. Para vocês terem uma ideia os primeiros gimbals surgiram na Grécia e na China por volta 200 a 300 aC.

Mas vamos lá, simplificando o gimbal é nada mais, nada menos que um suporte articulado que permite a rotação de um objeto em torno de um único eixo.

O gimbal já é utilizado pelo homem a bastante tempo, você vai encontra-los em bússolas, navios, aviões, foguetes, instrumentos de precisão e etc. Resumindo ele já está presente em nossas vidas bem antes de se tornar um cobiçado acessório de câmera.

 

O gimbal também esta presente a muito tempo na industria cinematografica. Você pode encontrar a presença dele no pioneiro sistema de estabilização de imagem criado por Garrett Brown em 1975. Eu estou me referindo do steadicam.

Em cabeças remotas giroscópicas utilizadas em guras:

 O steadicam é precursor e referencia em estabilização de imagem. Dele se originou todos os estabilizadores de imagem que conhecemos hoje, nos drones, estabilizadores para câmeras DSLR e smartphones. E por causa deste suporte o “gimbal“, que os estabilizadores de imagem herdaram este nome!

No próximo post eu vou começar com os estabilizadores para celular.  Em especial eu apresento um modelo que eu recebi da eMania, o “ Zhiyun Smooth Q“. Eu fiz um super review onde apresento as suas principais funções, explico a  importância de  um estabilizador que possuir 3 eixos e quais as situações para utilizar os seus 3 modos de operação.

 

Até o próximo post!

Abração para todos!

Fernando Rozzo

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O Autor

Fernando Rozzo

Fernando Rozzo

Fernando Rozzo trabalha no mercado de vídeo e cinema há 32 anos. Começou sua carreira nos anos 80, fazendo parte de uma das mais importantes produtoras de vídeo de São Paulo, a Olhar Eletrônico, onde trabalhou ao lado de Fernando Meirelles e Marcelo Tas, atuando como câmera, ass.de câmera e programador musical dos programas Olho Mágico (Ernesto Varela) e Cri-Há (Bobmackjack). Em 1987 na TV Gazeta-SP, dirigiu e produziu os programas DJTV, Edição Especial, Clip Trip e Night Clip. Na área de cinema publicitário atuou nas principais produtoras tais como: Chroma Filmes, 5.6, TVC, Vídeo Filmes, O2 Filmes entre outras.
Hoje atua no mercado de cinematografia digital como professor e consultor técnico. Na área pedagógica ministra a mais de 10 anos cursos e treinamentos para emissoras de TV, locadoras de equipamentos, produtoras de vídeo, museus, escolas e faculdades. Entre elas: MASP (Museu de Arte de SP), Mackenzie, Metodista, Fazendo Vídeo Cursos, TVE-Salvador, KN Vídeo-RJ, Studio Motion Treinamentos, Full Digital, JKL, Rentalcam, Bureau Cine e Vídeo.
Entre 2014 e 2015, prestou serviços de consultoria técnica para Sony Latin America para a divulgação no Brasil da linha de câmeras fotográficas "A7 / A7r / A7s / A99 e A77" e para linha de câmeras de ação "ActionCam".
Atualmente juntamente com a artista multimídia Regina de Barros é proprietário da produtora “Ottica AudioVisual”, especializada em documentação e produção de conteúdo no segmento das artes, é a editora da revista multimídia digital mensal:
“Ottica Art Magazine! ”