Confira como presente para namorada fez surgir o fenômeno Locket

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Segundo dados levantados pelo portal especializado em notícias de tecnologia TechCrunch, o aplicativo de fotografia disponível apenas para iOS batizado de Locket é o “queridinho” do momento para os usuários dos Estados Unidos. Ao ponto de já ter atingido mais de um milhão de downloads na App Store, sendo que 31% do usuários que baixaram o app são norte-americanos.

Porém, você sabia que o aplicativo com função de inserir na tela principal uma imagem no formato 3×4 ou mesmo de dar acesso mais simples a suas imagens bem como o envio de fotografias para seus amigos acabou surgindo de maneira totalmente despetrensiosa?

A situação foi, inclusive, contada pelo próprio criador do Locket, o desenvolvedor Matthew Moss, em entrevista ao veículo supracitado. Isso porque a ideia inicial era presentear a namorada por conta do relacionamento entre ambos entrar em um momento onde, fisicamente, ambos precisariam ficar mais distantes:

“Eu construí como um presente para minha namorada no aniversário dela no verão passado. Ela estava voltando para a escola no outono, então estávamos prestes a começar um relacionamento à distância. O processo de ter uma foto dela na minha tela inicial… parecia realmente atraente. Apenas uma boa maneira de manter contato.”

O que Matt não imaginava é que, entre a propaganda de boca a boca e a sua decisão de disponibilizar o aplicativo na App Store, ele não precisaria fazer absolutamente nada, além de alguns vídeos curtos em seu perfil no TikTok, para observar o crescimento exponencial e de potencial incalculável dos downloads. Algo que já o tem feito pensar de maneira menos espantada e mais comercial acerca do Locket como, por exemplo, uma versão do aplicativo também para Android e um programa de assinatura com recursos exclusivos.

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Reprodução/App Store

“Acho que há algo muito significativo a ser construído nos amigos próximos e no espaço familiar. Eu acho que as pessoas – especialmente as mais jovens – estão um pouco mais cansadas de aplicativos que são meio centrados em anúncios e muito centrados em métricas. Você acaba com esses enormes círculos sociais no aplicativo — onde você tem 1.000 amigos no Instagram, ou você tem que enviar snapchats para frente e para trás com seus 100 amigos mais próximos — o que realmente requer muito esforço no final do dia. Então, a ideia de fazer algo mais voltado para essas cinco pessoas mais próximas, ou aquelas 10 pessoas mais próximas, e depois fornecer uma maneira de fazer seu telefone se sentir mais pessoal e voltado para as pessoas em vez desses aplicativos — acho que há um verdadeiro apetite por isso”, detalhou Matthew Moss.

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